RDC 15 exige rastreabilidade e a tecnologia finalmente tornou isso simples
A segurança do paciente começa muito antes da sala cirúrgica. Ela começa no momento em que um instrumental é recebido, lavado, inspecionado, embalado e esterilizado e depende diretamente de um controle rigoroso sobre cada etapa desse processo. Trabalho com processamento de produtos para a saúde há anos e posso afirmar com segurança: a maior vulnerabilidade das CME`S brasileiras ainda é a rastreabilidade. O que a RDC 15 determina e por que ainda é ignorada? Em 15 de março de 2012, a ANVISA publicou a Resolução RDC nº 15, estabelecendo as boas práticas para o processamento de produtos para a saúde. Entre suas exigências centrais está a rastreabilidade completa de cada artigo processado, registros de lote, operador, equipamento, data e resultado dos testes de qualidade, mantidos por no mínimo 5 anos. A norma também é clara quanto à responsabilidade, pois o serviço de saúde responde solidariamente por danos causados ao paciente, mesmo quando o processamento é terceirizado. Sem rast...